Pressionado de todos os lados, Jair Bolsonaro foi firme e mostrou que a decisão final é dele e não de terceiros. Enquanto o mainstream apoiado por Onyx Lorezoni (ministro de transição e futuro ministro da Casa Civil - infelizmente) pressionava pela indicação de Mozart Neves, e os evangélicos por Guilherme Shelb, o velhinho mais odiado pela esquerda brasileira, Olavo de Carvalho, tinha apontado o professor Velez Rodrigues para a pasta. E apoiado por Eduardo Bolsonaro e General Augusto Heleno, desbancou os outros nomes.
O professor já chega com pontos extras no meu conceito. É e sempre foi um ferrenho critico dos governos petistas. E é autor de obras como: A grande mentira: Lula e o patrimonialismo petista. Que ainda não li (mas lerei), e foi indicado como boa leitura pelo escritor e colunista do Senso Incomum - Flávio Morgentern, em sua conta no twitter.
Além disso, quando de sua indicação por Olavo de Carvalho o professor Velez publicou em seu Blog pessoal um texto de título "Um roteiro para o MEC", que dá o tom (otimista) para sua liderança na pasta, como se vê no trecho abaixo:
"Enxergo, para o MEC, uma tarefa essencial: recolocar o sistema de ensino básico e fundamental a serviço das pessoas e não como opção burocrática sobranceira aos interesses dos cidadãos, para perpetuar uma casta que se enquistou no poder e que pretendia fazer, das Instituições Republicanas, instrumentos para a sua hegemonia política. Ora, essa tarefa de refundação passa por um passo muito simples: enquadrar o MEC no contexto da valorização da educação para a vida e a cidadania a partir dos municípios, que é onde os cidadãos realmente vivem. Acontece que a proliferação de leis e regulamentos sufocou, nas últimas décadas, a vida cidadã, tornando os brasileiros reféns de um sistema de ensino alheio às suas vidas e afinado com a tentativa de impor, à sociedade, uma doutrinação de índole cientificista e enquistada na ideologia marxista, travestida de "revolução cultural gramsciana", com toda a coorte de invenções deletérias em matéria pedagógica como a educação de gênero, a dialética do "nós contra eles" e uma reescrita da história em função dos interesses dos denominados "intelectuais orgânicos", destinada a desmontar os valores tradicionais da nossa sociedade, no que tange à preservação da vida, da família, da religião, da cidadania, em soma, do patriotismo."
Agora é aguardar 2019, e enquanto isso se divertir com os surtos e histeria da esquerda com a nomeação do professor Velez.

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