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A britânica Sammy Woodhouse (33), estuprada aos 14 anos, reivindica mudanças na legislação do Reino Unido, que prevê que mesmo criminosos condenados tenham um 'papel' na vida dos filhos.
Em sua conta no Twitter ela vem travando uma luta após autoridades "convidarem" o traste, Arshid Hussain (43), que a violentou há 19 anos atrás para participar da criação da criança gerada, hoje adolescente.
Em sua conta no Twitter ela vem travando uma luta após autoridades "convidarem" o traste, Arshid Hussain (43), que a violentou há 19 anos atrás para participar da criação da criança gerada, hoje adolescente.
Acontece que as normas jurídicas na Inglaterra e no País de Gales estabelecem que todos os pais, independentemente de quem sejam, devem receber notificação sobre os procedimentos de cuidado dos filhos. Contudo a lei não implica que estupradores tenham automaticamente direito de participar da vida dos filhos. E qualquer pedido deve passar por uma avaliação de risco a criança. E em geral o pedido é negado em casos de estupro ou de extrema violência doméstica.
O Ministério da Justiça britânico diz que o incidente de Sammy Woodhouse é lamentável, e que as autoridades trabalharão com urgência para entender e corrigir as falhas identificadas no caso.
Ainda que se tente "corrigir" erros, nada muda o absurdo desta lei britânica. Que além de normatizar o estupro, favorece a decisão pelo aborto nestes casos. O que é perfeitamente compreensivo, e em nada condenável. Mas não podemos ignorar que Sammy é uma heroína por ter decidido manter uma vida, e se tornar mãe dedicado a sua à esta. E ainda assim tem sido abusada e ofendida novamente pelas autoridades de seu país que cogitam reconhecer o monstro, Arshid, como pai de seu filho. Não é!

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