quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Pacto Nacional de Suicídio



O Pacto mundial sobre migração da ONU foi assinado pelos países membros em Julho. Na época, Estados Unidos e Hungria não assinaram o acordo. Mas cada vez mais nações vêm deixando o pacto. Como exemplo de Israel, Polônia, Republica Tcheca, Bulgária, Áustria. E não é surpresa o declinar de membros ao pacto. Apesar do stablement estar rotulando estes países como "ultra direitistas", a razão real da rejeição é bem explicada no vídeo acima, legendado pela Embaixada da Resistência, e originalmente publicado por Faith J Goldy.
Mas elenco aqui pontos principais sob minha percepção:

- Não há citação ao termo "ilegal", e fala-se apenas em humanizar a migração. E que estes migrantes podem ir para onde quiserem, quando quiserem ir, e qualquer que seja o motivo para.
- As nações além de acolher sem restrições esses migrantes, devem ainda se comprometer a promover, potenciar, e proteger estes.
- A promoção dos países deve por meio de sites e outros meios acessíveis fornecer informações sobre serviços gratuitos oferecidos pela nação, como saúde e educação, para que o migrante possa escolher o destino que considera mais atraente.
- Os países devem garantir o transporte dos migrantes para seus países, fornecendo navios, e transporte terrestre seguro para a viagem, tudo com o dinheiro do contribuinte.
- A comunidade deve respeitar e tratar como igual toda e qualquer prática cultural, independente de leis do país. Sob alegação de "inclusão social".
- Os migrantes terão direito a todas as políticas sociais vigentes no país. Mesmo sem nunca terem contribuído na arrecadação.
- Os estados signatários irão censurar mídias que tragam narrativas contrárias e criticas a migração. Apenas mídias alinhadas terão voz.

Só esta pequena lista já dá o tom do caráter destrutivo desse pacto. Um órgão globalista, não eleito, querendo com um documento extinguir as fronteiras, e assassinar a soberania dos países do ocidente. Sim. Do ocidente porque certamente o acordo visa destruir a cultura ocidental, e nações como China ou Rússia não devem cumprir tal acordo. Mas a cobrança virá fulminante às nações ocidentais.

As medidas serão formalmente adotadas a partir de uma conferência no Marrocos, marcada para os dias 10 e 11 de dezembro. Espero que o governo de Michel Temer não tenha mais quaisquer poderes para aderir ao Pacto Nacional de Suicídio - bem renomeado por Faith J Goldy, e provavelmente Jair Bolsonaro irá rejeitá-lo.

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