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| Foto: GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP |
O "fofurinha" da extrema mídia mundial, Emmanuel Macron, apesar de todo holofote positivo que recebe, tem desagradado - e muito - a população francesa. Sua popularidade em torno 26% (e caindo), demonstra que o povo francês começa a acordar do estado de letargia que já dura mais de dois séculos.
Estavam acordados para a revolução que decretou o fim da monarquia absolutista, mas depois foram se permitindo adormecer pela mentira socialista. Mas não mais.
O país totalmente submisso a ONU através do seu governante, recebe em média por ano 100 mil imigrantes, e só nos subúrbios de Paris existe aproximadamente 400 mil imigrantes, muitos abaixo da linha da pobreza.
E Macron, ignorando o imbecil que é, ainda quer ensinar Trump sobre nacionalismo, fingindo esquecer que não fossem os Norte Americanos a França hoje seria parte da Alemanha. E além. Quer fazer exigências a Bolsonaro para que tenha negociações econômicas com o Brasil.
- Ora, ora, Sr Macron! No tabuleiro dos homens, você não passa de um menininho submisso a menina mais bonita da turma (ONU). E olha que ela de perto não é nadinha bonita assim.
Os problemas com imigrantes têm feito crescer os índices de violência, e outras ilegalidades na França. Mas o estopim para as manifestações que vêm sendo chamadas de "coletes amarelos", se deu por causa de abusivos aumentos no valor dos combustíveis fósseis.
Além de atender a agenda ecológica da ONU, Macron quer aumentar a arrecadação para poder manter a política de 'portas abertas' de seu governo.
Em 2013 vimos as manifestações iniciadas pela esquerda acabar por despertar os corações patriotas de cada brasileiro. E parece que é o que está agora acontecendo na França.
Que cada francês lembre de todo seu passado, e rejeite de uma vez os socialistas ao som e palavras do que diz La Marseillaise:
"Avante, filhos da pátria
O dia da glória chegou
Contra nós a tirania
A bandeira sangrenta está erguida
A bandeira ensaguentada está erguida
Ouçam nos campos
Rugirem esses ferozes soldados?
Vêm eles até nossos braços
Degolar nossos filhos, nossas companheiras
O dia da glória chegou
Contra nós a tirania
A bandeira sangrenta está erguida
A bandeira ensaguentada está erguida
Ouçam nos campos
Rugirem esses ferozes soldados?
Vêm eles até nossos braços
Degolar nossos filhos, nossas companheiras
Às armas, cidadãos! Formai, vossos batalhões!
Marchemos, marchemos!
Que um sangue impuro banhe nossos campos!".
Marchemos, marchemos!
Que um sangue impuro banhe nossos campos!".

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