Semanas atrás o COAF revelou movimentações no valor de R$ 1,2 milhão de reais na conta do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício José Carlos de Queiroz. A extrema imprensa correu em usar isso, distorcendo informações e maquiando palavras para minar o bastião dos Bolsonaro: honestidade.
Durante as últimas semanas temos visto um show de ataques do mainstream destrinchando cada centímetro possível do caso do ex-assessor. Desde tratar a entrada de 600 mil, e saída de 600 mil como sendo supostamente "roubo de 1,2 milhão", até supor que Bolsonaro (o pai) estaria envolvido porque a Sra. Michele Bolsonaro teria recebido cheques (nominais) totalizando R$ 24 mil.
A família não se escondeu do tema. Muito pelo contrário. Diferente da esquerda brasileira, e da política tradicional brasileira, que costuma não dar explicações, e tenta sempre desconstruir a acusação, vinculando a esta alguma razão política (vide o caso Lula, supostamente perseguido pela CIA ou o caso Dilma, também derrubada por um golpe orquestrado pelo imperialismo), os Bolsonaro, principalmente pai e Flávio, vieram à público e deram devidos esclarecimentos cabíveis até então. E vale ressaltar. O presidente eleito reiteradamente vem reafirmando que apesar de ter a consciência tranquila quanto ao caso, e não ter "culpa no cartório", espera que pague pelo crime (caso haja um) seja quem for. Mesmo ele ou seu filho.
Talvez o maior problema nisso tudo tenha sido o tal assessor sumir.
Este resolveu que não falaria com a imprensa. Que falaria apenas ao Ministério Público - que está marcado para a próxima semana. E isso deu a margem catastrófica para os bobinhos de esquerda se lambuzarem na própria baba por sangue, que querem ver escorrer do novo governo.
Indo além, Flávio que inicialmente de forma sucinta veio imediatamente falar sobre o ocorrido, infelizmente "sumiu" em seguida, e até quarta-feira (12) estava recluso e sem se manifestar, dando mais pano pra manga e munição para a oposição e para a extrema imprensa.
Mas através de uma carta publicada pelo O Antagonista, Flávio de forma sincera tornou a repetir que não tinha conhecimento dos fatos apresentados, e que se sente angustiado com tudo que vem acontecendo, e que também gostaria de ter celeridade nos esclarecimentos, mas que foi uma decisão do ex-assessor falar apenas ao MP.
E a mim que não havia me manifestado até aqui sobre este tema, saltou aos olhos um ponto da tal carta. Onde ele se importa realmente em reafirmar que "não fez nada de errado", e pedir "confiem em mim".
Por mais bobo e imaturo que possa ser, isso me deixa mais confortável com a situação.
Posso estar imensamente errado. Mas não me parece a fala de um corrupto deslavado.
Se bem que... "Lula é o ser humano mais honesto da face da terra.".

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